Home Hardware Gigabyte 890GPA-UD3H

Introdução

Continuamos na onda das motherboards e hoje trazemos mais uma proposta da Gigabyte para plataforma AMD, a 890GPA-UD3H. Esta motherboard usa o chipset 890GX da AMD, um chipset que, para além de estar muito perto do nível do 890FX, acrescenta a componente gráfica, tornando-se esta uma opção muito interessante para quem pretende ter um desempenho muito elevado mas com custos controlados, uma vez que pode cortar na placa gráfica. Mas como se portará este chipset face ao anterior testado, o 870? Vamos ver.

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Antes de continuarmos, vamos conhecer um pouco mais sobre o fabricante, a Gigabyte Technology.

A tecnologia está para lá das máquinas e circuitos. Representa as fundações da vida moderna e tornou-se parte integrante de como aprendemos e criamos com os outros num mundo interligado.
Com mais de 20 anos de experiência de produção, a GIGABYTE batalha para fornecer o mais recente tecnologia aos utilizadores de todo o globo. Como desenvolve, testa e produz uma vasta gama de produtos seguindo exigentes padrões ambientai e de qualidade.
A nossa reputação como pioneiros em inovação nas motherboards permitiu-nos diversificar a nossa gama de produtos de forma a incluir placas gráficas, portáteis, PCs de secretária, componentes de PC, telemóveis, soluções para servidor e datacenter, e mais.
A GIGABYTE foi fundada em 1986 num pequeno laboratório por quatro jovens engenheiros que queriam deixar a sua marca no mercado. A GIGABYTE continua dedicada à ideia central de melhorar a vida dos nossos utilizadores ao fabricar produtos de alto desempenho, fiáveis, e de excelente qualidade.

Embalagem, Conteúdo e Especificações

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A motherboard é distribuída numa embalagem muito comum. Na frente faz referência a todos os pontos fortes da placa…

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…e atrás estão os textos explicativos dessas tecnologias ímpares. Design simples e muito igual ao que a Gigabyte já nos habituou.

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Incluído no pacote estão os invariáveis manuais e cd de drivers e softwares, um cabo IDE / FDD, dois cabos SATA, o back plate e, obviamente, a motherboard. Com oito portas SATA, acho que a Gigabyte podia ter incluído mais um par de cabos SATA…

Estas são as características técnicas da placa:

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Fotos

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A motherboard apresenta um layout funcional com as conexões de cabos remetidas para os limites da placa para não atrapalhar o resto dos componentes. O jogo de cores é o habitual da Gigabyte e os componentes são de elevada qualidade. No geral esta motherboard aparenta uma robustez de construção muito boa, feita para durar muito tempo e com grande estabilidade. Existem quatro conectores de ventoinhas, três deles colocados de um modo facilmente acessível e outro com acesso um pouco mais complicado, entre a primeira e a segunda slot PCI-e.

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A refrigeração dos chipsets está a cargo de dissipadores passivos mas nesta motherboard são introduzidas duas alterações: dissipador também nos reguladores de voltagem e um sistema de heatpipe entre este dissipador e o do chipset 890GX. Também o desenho dos próprios dissipadores é um pouco mais complexo do que podemos encontrar em modelos de gamas mais baixas. Uma alteração relativamente à 870A-UD3 que foi aqui testada é o sistema de fases de alimentação que nesta motherboard é 4+1, à semelhança da placa da MSI.

Close-ups

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O conector de alimentação de 24 pinos (20+4) à direita e a ligação IDE à esquerda. Sim, ainda uma ligação IDE. Ou, não, não falta nem sequer a ligação IDE. Depende da utilização. As memórias agrupam-se em AABB nesta revisão da motherboard. Na revisão 2.1 já passa a ser ABAB. Entre as slots de memória e os conectores existe uma ligação de ventoinhas. De notar que os conectores estão bem no limite da placa o que facilita a ligação aos cabos em caixas onde estes passam por trás da motherboard.

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As portas SATA estão divididas em duas cores: a azul, SATA3 e a branco, SATA2. Tal como já tinha referido, existem bastantes portas SATA e apenas dois cabos, o que sinceramente acho pouco. As portas estão rodadas a 90º o que é bastante bom no caso de usarmos gráficas que sejam muito compridas. Ao lado estão as ligações do painel frontal, tudo muito à beira da placa, o que me parece muito bem mesmo. Nota-se que houve algum cuidado no desenho do layout.

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Uma ligação de ventoinha no canto, quatro ligações USB frontais e duas ligações IEEE 1394 (Firewire) frontais, que mais é que se pode pedir? Isto é mais do que suficiente para ligar todos os aparelhos e pens e gadgets e afins. E onde é que estão situadas? Exactamente, no limite da placa, tudo alinhado e ainda com umas tampas nas ligações, para não apanhar pó. São os pequenos pormenores, percebem?

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Porta de série e ligação FDD. Ok, já quase ninguém usa esta drive mas, caso se use, a ligação está muito longe da respectiva drive. Imaginem o caminho que o cabo tem de fazer até chegar lá…

Três slots PCI-e x1, duas PCI-e x16 e duas PCI são mais do que suficientes para fazer upgrades ao computador. As slots PCI-e x16 (a azul) estão afastadas o suficiente para ser possível instalar placas gráficas que ocupem três espaços, o que é muito bom. Já é possível fazer crossfire com duas 5870 com dissipador Arctic em cada… Ao lado, as ligações CD_in e SPDIF-in e SPDIF_out.

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No painel I/O temos uma porta PS/2, quatro portas USB 2.0, duas portas USB 3.0, uma porta Firewire, uma porta de rede, uma ligação DVI, uma ligação D-Sub, uma ligação HDMI, uma ligação óptica SPDIF e finalmente as ligações de audio.

Chips

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Esta motherboard vem equipada com um chipset 890GX da AMD que, entre outras coisas, tem uma componentes gráfica, o que permite ter as ligações de video que encontramos no painel I/O: D-Sub, DVI e HDMI. Este chip permite descodificação DirectX 10.1 e faz uso de memória dedicada denominada Sideport Memory. A nível de ligações controla ainda as portas SATA3 e as portas USB 2.0. Por isso mesmo, o dissipador é mais elaborado, de modo a poder manter a temperatura o mais baixo possível e garantir, assim, uma maior estabilidade. Uma vez que este chipset, em teoria, é mais capaz de overclocks altos, o fabricante achou melhor utilizar igualmente um dissipador para os reguladores de voltagem. Pretende assim atingir mais estabilidade em situações extremas.

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Debaixo deste dissipador encontra-se o chipset 850 da AMD. Este dissipador não é tão robusto como o anterior, de facto é igual ao da placa testada anteriormente, o que tem sentido visto tratar-se do mesmo chipset. Ao lado estão os chips da BIOS. O M_BIOS é o chip principal e o B_BIOS é o secundário e entra em acção caso o primeiro falhe por algum motivo. Esta é uma tecnologia que a Gigabyte introduziu à alguns anos atrás com bastante sucesso.

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À direita o chip ITE igual ao da motherboard 870A-UD3. Serve para monitorizar sensores de temperatura e velocidade de ventoinhas. À esquerda e no centro estão dois chips Realtek que têm a tarefa de controlar o som e a ligação de rede.

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O controlador das portas USB 3.0 está a cargo do chip da NEC. Este é um chip que se encontra em muitas motherboards actualmente.

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Este chip da JMicron, o Gigabyte SATA 2, faz exactamente aquilo que o nome diz, controla as portas SATA2. Interessante verificar que a transição do SATA2 para o SATA3 foi feita de um modo muito rápido. Não se pode dizer o mesmo do SATA para o SATA2.

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Este é o chip de memória usado pelo chipset 890GX, o SidePort Memory.

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A bateria está numa posição facilmente acessível, a menos que se use uma placa gráfica que ocupe 3 slots.

BIOS

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Aqui fica o menu principal da BIOS. A partir deste menu podemos aceder a todas as configurações e alterações que queiramos fazer.

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No MIT encontramos todos os aspectos configuráveis para efectuar overclock. Quem quiser puxar pelo processador vai ficar muitas horas a olhar para estes menus…

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Standard CMOS Features

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Advanced BIOS Features

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Integrated Peripherals

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Power Management Setup

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PnP/PCI Configuration

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PC Health Status

Testes…

O sistema usado foi o seguinte:
Processador: AMD Athlon II X3 435 / Phenom II X6 1090T
Memórias: GSkill Ripjaws F3-12800CL9D-4GBRL 2x2Gb 1.5V DDR3 1600
Placa Gráfica: Gigabyte Radeon HD5870 1GB
Disco: Kingston SSDNow V+100 64GB
Motherboard: Gigabyte 890GPA-UD3H, Gigabyte 870A-UD3 e MSI 870A-G54

GIGABYTE 890GPA-UD3H

Corro cada teste sete vezes e aponto todos os resultados. Elimino o valor mais alto e o mais baixo e faço a média com os restantes cinco. Esse é o valor final. Se houver valores muito altos ou muito baixos, repito os testes outra vez. Se se verificarem, isso é assinalado. Entre cada sequência de testes faço um boot à máquina.

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O sistema montado e pronto a ser testado!

AIDA64 Extreme Edition

Com este software são testadas as memórias e o processador. Verificam-se as velocidades de leitura, escrita e cópia, e a latência das memórias. Também se testa as velocidades de leitura, escrita e cópia das diferentes caches do processador, assim como as suas latências.

Procuramos aqui valores o mais elevado possível para as velocidades de dados (Mb/s) e os mais baixos possíveis para as latências (ns). Os gráficos mostram que as variações entre as placas são insignificantes. Não há nenhuma placa que se destaque, nem pela positiva nem pela negativa. Aliás, a 890GPA poderia destacar-se pela negativa, uma vez que se esperaria um pouco mais…

Super Pi

O Super Pi todos nós conhecemos e usamos mas sabemos para que serve? O programa calcula o valor de pi com um número de casas decimais até um máximo de 32 milhões. Logicamente que quanto mais rápido o fizer melhor. Assim testamos processador e memória.

Procuramos aqui valores o mais baixo possível (s). Mais uma vez, há uma diferença insignificante entre as placas, embora a placa da MSI com o processador Phenom II X6 tenha feito um tempo muito melhor. Mais uma vez, a placa com o chipset melhor não sobressai.

WinRAR

O WinRAR é outro programa que usamos habitualmente. Serve para comprimir e descomprimir ficheiros para tamanhos mais pequenos (ou não). É um programa interessante para usar como teste porque é uma daquelas ferramentas que podemos usar no dia-a-dia. Aqui testamos a velocidade com que o processador executa a tarefa usando a totalidade das threads que dispõe.

Procuramos aqui valores o mais elevado possível (KB/s). Mais uma vez, as placas estão muito equilibradas, o que será normal uma vez que o processador não varia.

CrystalDisk Mark

O CrystalDisk Mark é um software bastante simples que mede a velocidade de leitura e escrita dos discos. Está dividido em quatro testes. O primeiro mede a velocidade de leitura e escrita sequencial em blocos de 1024Kb, o segundo mede a velocidade de leitura e escrita aleatória em blocos de 512Kb, o terceiro em blocos de 4Kb e o quarto em blocos de 4Kb com uma profundidade de fila de 32.

Procuramos aqui valores o mais elevado possível (Mb/s). Os valores apresentados pela placa 890GPA mostram alguma vantagem na leitura mas perdem terreno na escrita.

Photoshop

Este também é um teste muito interessante pois é baseado num programa com uso real. Aqui são aplicadas alguns filtros sobre uma imagem de modo sequencial e é registada a velocidade que essas instruções demoram a ser aplicadas. No total são cerca de 25 filtros e o resultado é o somatório desses tempos. Um agradecimento à Hardware Heaven que se lembrou de fazer isto.

Procuramos aqui valores o mais baixo possível (s). Os tempos registados são muito semelhantes entre as placas da Gigabyte e melhores que os da MSI. Sem surpreender a Gigabyte apresenta um bom resultado. A 890GPA mantém um bom nível mas não domina.

x264 HD

Este teste mede a velocidade de codificação de um pequeno filme HD para um formato de grande qualidade em x264. Aqui, quanto mais frames por segundo obtivermos, mais rápida é a codificação. Existem duas passagens: a primeira analisa os frames e a segunda é que faz efectivamente a codificação do ficheiro. Uma não existia sem a outra.

Procuramos aqui valores o mais elevado possível (fps). Não há muita diferença entre as placas, todas se portam de modo igual, as diferenças são insignificantes.

Cinebench 11.5

Este software teste o aspecto gráfico e o processamento multi-thread ou single-thread. Neste caso foi testado o OpenGL e o multi-thread.

Procuramos aqui valores o mais elevado possível. Isto começa a ser bastante monótono com os valores todos iguais. Vou só deixar aqui a nota para o facto do valor registado pelo processador Phenom II X6 ser quase o dobro do Athlon II X3 no teste ao processador.

PassMark

Este software testa o desempenho geral da máquina. Quanto mais elevado o valor, melhor o desempenho.

A tendência geral é para o aumento de desempenho. No entanto, as diferenças são muito pequenas…

PCMark Vantage

Este software testa o desempenho geral da máquina. Quanto mais elevado o valor, melhor o desempenho.

Eu podia repetir o texto anterior mas não se passa o mesmo com o processador Athlon II X3. Mais uma vez as diferenças são pequenas.

3DMark Vantage

Este software testa o desempenho gráfico. Quanto mais elevado o valor, melhor o desempenho. Este é um dos testes mais exigentes e mais usados.

Este é um teste mais virado para a placa gráfica, mas como se pode ver, o processador tem influência no resultado final. As placas da Gigabyte levam uma ligeira (e insignificante) vantagem.

Unigine

O Unigine Heaven é um teste à placa gráfica, especificamente ao DX11. Este teste não seria possível realizar usando o chipset 890GX. É um software que está a ter muita aceitação.

Como neste teste o processador não tem influência, os resultados baseiam-se no chip gráfico da 5870, logo, é tudo igual.

The Last Remnant

O jogo The Last Remnant é um RPG com efeitos gráficos espectaculares. Achei por bem usar um tipo de jogo diferente de um FPS.

Os valores obtidos revelaram um pequeno retrocesso no desempenho das Gigabytes face à MSI no Phenom II X6. Com o Athlon isso não aconteceu, muito pelo contrário, as Gigabytes conseguiram mesmo alcançar uma pequena vantagem.

Resident Evil 5

O Resident Evil 5 é um FPS muito recente. Uma vez que durante a acção chegamos a ter o ecrã pejado de zombies e afins, é um bom teste ao desempenho.

Vantagem clara para a Gigabyte com o Phenom e praticamente sem alterações com o Athlon. Enfim…

Overclock

Esta é uma motherboard que está mais capacitada para o overclock do que as anteriores testadas. E isso nota-se. Sem alterar qualquer tipo de voltagem inicial, ou seja, só aumentado a velocidade do BUS, atingi, com o Phenom II X6, os 255Mhz (com multiplicador a 16) o que se traduz em 4080Mhz de velocidade do processador, e com o Athlon II X3, os 245Mhz (com multiplicador a 14.5) o que se traduz em 3552Mhz. Este é o overclock mais simples que se pode fazer, aumentar a velocidade do BUS e manter as voltagens intactas. Foi exactamente o que fiz com as outras motherboard mas os resultados foram completamente diferentes. Com o chipset 870 não passei dos 230Mhz com o Phenom e 235 com o Athlon, o que se traduz em 3680Mhz e 3408Mhz respectivamente. Assim, e face aos resultados obtidos no Cinebench, temos um desempenho extra de cerca de 28% e 23% para Phenom e Athlon respectivamente, e isto sem mexer na voltagem. Resolvi não mexer na voltagem somente pelo facto de ter usado o OC DIAL da motherboard da MSI que faz o mesmo e essa seria a maneira mais fácil de fazer overclock ao processador. Não fazia sentido estar a usar duas maneiras diferentes para obter resultados, pois não seria fidedigno.

Conclusão

Sem querer alongar-me muito no texto vou salientar os aspectos fundamentais em relação a esta placa. Em primeiro lugar, nos cabos incluídos poderiam ter sido mais generosos uma vez que actualmente já ninguém se fica apenas por um disco. Eu pessoalmente tenho três discos (a precisar do quarto) e duas drives de DVDRW, tudo ligado por SATA e todos os cabos vinham com a motherboard. Em segundo lugar, e perante os valores obtidos comparativamente com as placas com chipset “inferior”, só posso dizer bem do chipset 870 pois não se fica atrás do 890GX. Neste sentido, também não me posso queixar do desempenho do chipset 890GX pois este não está a limitar em nada o desempenho. Há no entanto algumas discrepâncias de valores, alguns altos e baixos estranhos. Uma vez que isto acontece maioritariamente com o Phenom, julgo que uma actualização da BIOS normalize a situação. Em terceiro lugar, o potencial de overclock desta motherboard é elevado. Como puderam comprovar, como a mesma metodologia de overclock, atingiram-se valores consideravelmente superiores. Ou seja, com algumas horas a mexer na BIOS e nas voltagens e o céu é o limite…

Concluindo, é uma motherboard que justifica o preço, não só pelo potencial overclock que tem mas também pela flexibilidade de utilização que se pode dar uma vez que incorpora um chip gráfico capaz. Tem pormenores que denotam um cuidado e atenção na elaboração do layout e a qualidade geral do produto é um espelho da marca que o produz. A Gigabyte sempre foi reconhecida como uma das mais fiáveis marcas de hardware e isso está bem patente aqui. Mais uma vez fizeram um produto para durar anos e anos.

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Resta-me agradecer à Gigabyte por nos ter cedido este exemplar para testarmos.

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