Home Notícias A saída da Elpida da indústria da DRAM vai ter enormes consequências

Caso a Elpida não consiga pagar as suas dívidas até Abril e entre em insolvência, marcando assim a sua saída da indústria da DRAM, as consequências não apenas para esta indústria mas também para a indústria dos PCs, serão enormes, comentam os analistas.

A 15 de Fevereiro, a Elpida lançou um comunicado sobre as preocupações da empresa em relação à sua situação financeira. A companhia não foi capaz de recuperar da sua condição mesmo depois das injeções de capital patrocinadas por não outro que o próprio governo Japonês.

A Elpida tem de pagar quase 40 biliões JPY (384.2 milhões €) ao governo Japonês, e outros 80 biliões JPY (774.7 mil €) em empréstimos bancários de curta duração. Estão a decorrer negociações frenéticas entre a companhia e a sua longa lista de credores, que incluem o governo Japonês e outros bancos que procuram um alívio nos seus empréstimos, mesmo enquanto a companhia procura uma fonte monetária que alivie a sua situação e lhe permita sobreviver. A situação da Elpida é diferente da Qimonda, é pior, esta tem mais tecnologias em fase de desenvolvimento, e recentemente começou a produção em massa de chips de 30 nm e está a testar a produção de chips de 20 nm. Por outras palavras, esta tem um potencial muito maior como uma companhia que contribui para a indústria, caso sobreviva.

A sua saída deixará a indústria em desequilíbrio e dominada por fabricantes Coreanos de DRAMs como a Samsung e Hynix, e a American Micron Technology, num passo em frente para o controlo de preço como uma oligarquia, dizem os analistas.

Fonte: TechPowerUp

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